Diagnóstico

Os primeiros sintomas geralmente são brandos ou pouco perceptíveis, o que faz com que a pessoa sequer procure o médico, fator que dificulta o diagnóstico. Outras doenças do sistema nervoso podem provocar sintomas similares aos da Esclerose Múltipla dificultando o diagnóstico. Os médicos atêm-se ao exame neurológico clínico e a testes laboratoriais para confirmar a doença.

 

Os critérios básicos são:

  • Evidência de múltiplas lesões no SNC
  • Evidência (clínica ou paraclínica) de pelo menos dois episódios de distúrbio neurológico num indivíduo entre 10 e 59 anos de idade.
     

Os exames solicitados pelo médico neurologista para auxiliar no diagnóstico são:

  • Ressonância Magnética (as imagens do sistema nervoso central são reveladas sem radiação) - atualmente o método preferido para detectar lesões de Esclerose Múltipla.
  • Punção lombar (fluido do cérebro é retirado para exame).
  • Potencial evocado (mede a condução nervosa no seu trajeto visual, auditivo e sensorial).
  • Tomografia computadorizada (exame que fornece raio X transeccional exploratório do sistema nervoso central).
  • Mielografia (tipo de raio X para diferenciar a Esclerose Múltipla de outras condições, como por exemplo, compressão de nervos).
  • Raio X (usado para evidenciar ou eliminar a suspeita de fraturas. (ABEM)